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Direitos humanos ·

Uma polícia a serviço da democracia

Da mobilização de policiais ao debate sobre a PRF, Fabrício defende instituições comprometidas com os direitos e com a vida.

Bandeira do Brasil em um mastro.
Imagem ilustrativa publicada pelo Mais Goiás na reportagem sobre o manifesto de policiais, em junho de 2020. Reprodução/Mais Goiás.

Quem trabalha na segurança pública também pode defender uma polícia diferente. Em junho de 2020, uma mobilização nacional reuniu mais de 500 assinaturas de policiais em um manifesto pela democracia e contra o fascismo. Em Goiás, Fabrício Rosa era apresentado como coordenador do Movimento dos Policiais Antifascismo.

Na entrevista publicada naquele mês pelo Mais Goiás, Fabrício explicou que a iniciativa buscava mostrar a diversidade existente nas corporações. Havia profissionais que não concordavam com o racismo, a misoginia e a LGBTfobia e queriam tornar pública essa posição. A mobilização reunia trabalhadores de diferentes forças e esferas de governo.

A participação coletiva colocava em discussão tanto o papel da polícia quanto as condições de trabalho de quem a integra. O manifesto relacionava a defesa da democracia à proteção de direitos dos próprios policiais. A atuação de Fabrício nesse movimento é parte de uma trajetória anterior ao mandato parlamentar em Goiânia.

Em novembro de 2022, ele voltou ao tema em artigo assinado no Fonte Segura, publicação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O argumento central era que a Polícia Rodoviária Federal pertence ao Estado brasileiro e não a um governo ou a uma preferência partidária. Para ele, a obrigação de cumprir ordens legais deve permanecer separada das escolhas políticas individuais.

O artigo também propunha formação voltada aos direitos humanos, participação popular nos mecanismos de controle e valorização da defesa da vida. Fabrício apontava a segurança viária e o enfrentamento ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e aos crimes ambientais como áreas que mereciam atenção da instituição.

No texto, a valorização profissional vinha acompanhada da defesa de controle e responsabilidade. Fabrício propunha uma gestão técnica e a reorientação da formação policial para proteger pessoas e direitos. Era uma contribuição ao debate público de 2022, feita por alguém que conhecia a profissão e disputava seus rumos.

Do manifesto ao artigo, Fabrício defende uma polícia comprometida com a democracia. Formação, controle e valorização profissional aparecem ligados à responsabilidade de proteger direitos e à defesa da vida.

Por Equipe do site Fabrício Rosa

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