Cultura ·
Esperança Sobre Rodas: a cultura encontra o caminho
Fabrício Rosa e Bruno Borges levaram arte, livros e conversas sobre direitos humanos a cidades de Goiás em um projeto itinerante construído com artistas e comunidades.

Um motorhome, livros, música e espaço para conversar. O Esperança Sobre Rodas reuniu Fabrício Rosa, Bruno Borges e artistas em viagens com atividades culturais gratuitas pelo interior de Goiás.
Em fevereiro de 2022, a reportagem do Jornal Opção já relatava a passagem da iniciativa por Olhos D’Água, São Luiz do Norte, Goianésia, Rialma, Ceres e Cidade de Goiás, além da capital. O percurso havia partido do Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia, em 30 de outubro de 2021.
As paradas reuniam saraus, filmes, troca e doação de livros e rodas de conversa. Bruno também aparece nas reportagens como Bruno Revolta. O trabalho compartilhado aproximava produção cultural e direitos humanos.
No lançamento, em outubro de 2021, o projeto foi apresentado como uma jornada de troca de aprendizados e habilidades. A viagem combinava encontros presenciais e comunicação pelas redes, aproximando produção cultural e proteção de direitos. A circulação registrada nos meses seguintes deu os primeiros contornos a esse roteiro.
A circulação também se aproximou da educação. A programação do XI Seminário Local de Iniciação Científica e Tecnológica do Instituto Federal de Goiás, Câmpus Inhumas, incluiu a atividade Esperança sobre Rodas: dialogando sobre diversidade, cultura e direitos humanos. Fabrício e Bruno foram os nomes indicados para o encontro previsto para 25 de abril de 2022.
Em sua apresentação institucional sobre Fabrício, o IF Goiano descreve o projeto como uma experiência de ocupação de praças, ruas e escolas, com distribuição de livros, brincadeiras e conversas sobre diversidade. Artistas participaram da construção desse caminho, em que a discussão de direitos se encontrava com linguagens culturais e com a vida das comunidades.
O projeto fez da viagem uma forma de reunir pessoas que estavam fora dos espaços habituais da política. Nos lugares por onde passou, o motorhome abria caminho para um sarau, um filme, a troca de livros e uma conversa sobre direitos. Uma experiência construída por Fabrício, Bruno e os artistas que se somaram ao percurso.
Por Equipe do site Fabrício Rosa
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