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Direitos humanos ·

Quem defende direitos também precisa de uma rede

Fabrício participou da formação Cirandas, do Cajueiro com o NDH/UFG, discutindo os conselhos como espaços de construção de políticas públicas.

Participantes de pé em roda durante atividade de formação do Cirandas
Encontro presencial do Cirandas com Fabrício, em 2025. Foto: João Carvalho / NDH-UFG.

Quem trabalha para garantir direitos também precisa de escuta, formação e apoio. Essa necessidade atravessou o Cirandas, formação para conselheiras e conselheiros de direitos que terminou em 29 de agosto de 2025. Fabrício Rosa participou de um dos encontros presenciais, contribuindo para a discussão sobre os conselhos na construção de políticas públicas.

O projeto do Cajueiro com o NDH/UFG e outras entidades reuniu mais de cem pessoas de 19 estados e do Distrito Federal. Foram sete encontros, dois híbridos, com espaço para experiências e desafios locais.

As atividades abordaram comunicação e fortalecimento dos conselhos. Os encontros híbridos receberam o professor Alberto Ribeiro e Fabrício, enquanto as etapas virtuais contaram com formadores de diferentes regiões do país. Para o coordenador Robson Oliveira, “a defesa e o controle dos direitos é um ato coletivo”. A frase resume a proposta de construir apoio entre quem atua nos territórios.

Os conselhos têm uma responsabilidade que vai além de participar de reuniões. No campo da infância e da adolescência, o Estatuto da Criança e do Adolescente os define como espaços de deliberação e de controle das ações públicas. A lei assegura participação popular paritária por organizações representativas. Isso significa dividir a decisão entre governo e sociedade civil, com lugar para acompanhar e cobrar a política de atendimento.

O percurso do Cirandas continuou com outra formação, voltada aos conselheiros tutelares. Em dezembro de 2025, o Cajueiro informou que esse curso, iniciado em outubro, mobilizava 75 participantes de 17 estados. A proposta trabalhava proteção integral, prioridade absoluta e a compreensão de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, com uma abordagem inspirada na educação popular.

Os dois percursos têm públicos e atribuições diferentes, mas uma preocupação em comum: oferecer ferramentas para a atuação cotidiana e fortalecer a rede de proteção. Na formação de conselheiros de direitos, Fabrício se somou a esse trabalho coletivo. É uma maneira de aproximar a experiência parlamentar de quem participa das decisões e acompanha as políticas públicas de perto.

Por Equipe do site Fabrício Rosa

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